Eu já tentei te esquecer, eu já tentei me conforma, em outro alguém já procurei, e desiste de te encontrar, só por você me apaixonei.


Já tive amigos e amigos. Alguns me esquecem, outros sempre se lembram de mim. Alguns dizem que mudei, outros elogiam o meu jeito de ser. Tem os que sempre dizem que estou distante, assim como, tem os que dizem que estão com saudades. Tem os que sempre me apoiam, os que sempre me criticam e os que me apoiam e criticam ao mesmo tempo. Tenho amigo que parece namorado, amigo que parece um caso mal resolvido. Tenho amigos que são amigos; amigos que são colegas e amigos que nem deveriam ser chamados de amigos.
Querido John (via paranoia64)

Lembra? A gente costumava ficar horas e horas se falando, todos os dias.


De dia dos namorados eu quero um namorado.


É estranho quando você chora escondido para ninguém ver, mas sente falta de alguém para limpar suas lágrimas e te fazer sorrir, né?


É incrível como uma lamina, torna-se um doce na alma. Os batimentos diminuíram aos poucos, a respiração começou a ficar ofegante e a ânsia de ver o sangue escorrer nem se fala. As lagrimas caíram quebrando-se aos lábios, porque isso na maioria das vezes é a única saída que eu consigo enxergar. Não tenho nada ao meu redor, não vejo nada. Estou cansada, estou totalmente acabada. Eu sei, eu sou capaz de acabar com isso tudo. Mas não quero.. Alias, não posso. Eu sei que um dia nada disso vai tapar a imensidão vazia dentro de mim, eu sei que não estou certa, eu sei de tudo inclusive das consequências que tudo isso pode me causar. Mas é o que me resta, é a minha solução. Começo a chorar desesperadamente sem sabe o porquê. Corro pra minha caixa, e ainda penso 2 vezes em abri-la. Ah vontade é maior, e silenciosamente abro pra ninguém ouvir. Corro pra o banheiro, coração palpita forte, lagrimas se quebrando aos lábios, e vejo a lamina passando uma vez pelo meu pulso. Começo a chorar cada vez mais. Não satisfeita passo mais uma vez e mais forte. O sangue escorre pelo meu braço, ali a angústia sai. Parece maior piada, mas não é. Vendo resultado passo varias vezes seguidas, e cada vez mais fortes. E grito pra mim mesma: — “Fim! Chegou meu limite.” — Pego uma toalha e rapidamente enrolo meu braço. Naquele mesmo momento o mundo escurece, e por incrível que pareça minha mãe aparece batendo na porta e automaticamente entrando:
— O que está acontecendo aqui? Fala ela assustada
— Não é nada. Que mania sua de se intrometer na minha vida. Se sai cara!
Corro por meu quarto no pensamento que ela ia atrás. Mas não.. Lá foi ela assistir sua novela, e pouco se fudendo pra mim. Encosto-me à parede e levente desço. Junto minhas pernas ao corpo, tentando me auto acalmar. Foi inútil! — Droga! — Gritei e logo em seguida chorando. Estava ficando cansada da mesma coisa todos os dias, uma parte eu sorrio e fico agindo idiotamente, porém tudo isso tem fim ao chegar em casa ou ao simplesmente ser ignorada novamente por quem há minutos antes me fez sorrir loucamente. A única coisa que me resta é continuar aqui, sentindo uma dor sem fim, em um vazio enorme que está aqui, sem ninguém pra preenchê-lo. Queria poder ao menos ouvir vozes, mas algo me diz que as donas delas não querem que eu as ouça, nem uma ligação eu posso fazer nem nada… Absolutamente nada. Todos os dias vivencio a mesma coisa, esperando que algo mude, que alguém apareça e me abrace. Espero qualquer coisa, só não gosto de viver com esse vazio. Desculpa, mas essa foi a única saída que encontrei. E se acha que estou errada ou que sou louca, tudo bem. Todos acham isso. Então fique a vontade, para abrir sua boca e dizer que eu não tenho motivos pra isso. É o que sempre dizem…
E tudo aconteceu mais uma vez. | Dayanne F. (consequencias de um amor)

Só não finja gostar de mim.